sexta-feira, 20 de março de 2015

Voce pode ter acesso à cartilhas com temas relacionados à comunidades indígenas




Coletar, manejar e armazenar. As experiências da Rede de Sementes do Xingu

Autor / Organizador: José Nicola M. N. da CostaFátima C. M. Piña-RodriguesDanilo Ignacio de UrzedoSarah D. de O. AndradeRodrigo Gravina Prates Junqueira
Publicação que sintetiza uma trajetória de processos e conhecimentos adquiridos
pelos coletores durante esses anos, e serve como material didático para a formação de novos
coletores em seus grupos além de contribuir com o melhoramento do manejo das sementes: uma cartilha dos coletores para os coletores e amantes das sementes.

Fonte: http://www.socioambiental.org/pt-br/o-isa/publicacoes

Você conhece o livro do Professor Jose Afonso Portocarrero sobre habitações indígenas ?????


Inspiração sustentável que vem das habitações indígenas
Data: 12/12/2014
Fonte: Imprensa FNA
Inspiração sustentável que vem das habitações indígenas
Portocarrero na Aldeia Yawalapiti, no Mato Grosso
Crédito: Maria Fátima Roberto Machado
A identificação com a questão ambiental fez com que o arquiteto e urbanista José Afonso Botura Portocarrero, reconhecido pela FNA como o Arquiteto do Ano - 2014, voltasse sua atuação acadêmica e profissional a projetos de sustentabilidade. Inspirado nas construções indígenas, ele preza sempre pelo aproveitamento de recursos naturais seja em habitações ou no planejamento urbano.

Com experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento, Tecnologia e Projetos da Edificação e Habitação Indígena, atualmente é professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e pesquisador do Núcleo de Estudos e Pesquisas Tecnologias Indígenas - Tecnoíndia. Conheça, abaixo, um pouco dos conceitos e opiniões de Portocarrero.


1. Como você vê a arquitetura moderna?

Acho que a arquitetura moderna é extremamente dinâmica e viva. O movimento moderno é uma mudança de pensamento contemporâneo que se espraiou após os anos 30 e foi forte na arquitetura. A preocupação com as pessoas e com o ambiente, especialmente o ambiente urbano, são méritos da arquitetura moderna.


2. Qual sua visão de profissão e dos novos profissionais?

Os arquitetos brasileiros devem ter compromisso muito grande com a questão ambiental, pois estamos atravessando um período em que estamos chegando perto do limite e isso tem um significado muito grande para os arquitetos e urbanistas. Esse é um comprometimento que temos que assumir, especialmente no planejamento urbano, pois continuamos, ainda, criando cidades. Os arquitetos e urbanistas da nova geração têm que carregar essa preocupação, também, no que diz respeito à habitação, pois ainda pouco se trabalha com projetos sustentáveis e que avancem na eficiência energética. Cada vez mais o planeta precisa consumir menos e esse é um compromisso que as novas gerações precisam compreender.


3. Como se deu a sua identificação com a área da sustentabilidade?

Esta é uma preocupação que carrego e aprendi com meus professores. Os arquitetos e urbanistas devem aproveitar todo tipo de energia a favor da construção. Esta é uma lição muito antiga e que agora “está na moda”, pois repercute na mídia. Posso dizer que aprendi muito com as tecnologias que os índios utilizam para fazer suas casas quando fiz a pesquisa sobre habitações indígenas, que foi meu trabalho de mestrado na UFMT e doutorado na USP. Temos que aproveitar os recursos naturais ao máximo. Na medida em que você se utiliza desses meios, está contribuindo para a construção sustentável. Usar esses recursos a nosso favor é nossa responsabilidade enquanto arquitetos e urbanistas.


4. Qual é a grande tendência da arquitetura e urbanismo para o futuro?

Estamos recebendo alguns avisos muito fortes de que as coisas têm que mudar, como a crise de água que está acontecendo em São Paulo. É um sinal que vai pautando o caminho para uma arquitetura mais atenta, projetos mais inteligentes. Na UFMT temos o Núcleo de Estudos e Pesquisas Tecnologias Indígenas dentro do Departamento de Arquitetura e Urbanismo. É um grupo de pesquisa que trabalha no sentido de manter esse desenho vivo e de forma que possa se misturar com o contemporâneo. É conveniente e apropriado que se faça essa relação a partir destes princípios que estes povos utilizavam. Não se trata de copiar o desenho indígena de raiz das nossas primeiras casas, mas integrar com as tecnologias que dispomos hoje.


5. Destaque um projeto no qual atuou e que tenha satisfação.

Um trabalho interessante que fiz é o Memorial Rondon, em Santo Antônio do Leverger, distrito de Mimoso, Mato Grosso. A obra, que está em andamento e já foi interrompida diversas vezes, tem como referência são as habitações indígenas. É a arquitetura traduzindo o trabalho de Marechal Randon - que dedicou a vida a cuidar de índios - como se o Memorial fosse uma grande aldeia. E também destaco o Centro Sebrae de Sustentabilidade, o primeiro projeto do Estado a receber a certificação do selo PROCEL de eficiência energética nível A para projeto e edificação, em 2013; e o livro Tecnologia Indígena em Mato Grosso – Habitação, lançado em 2010 e que recebeu o 25º Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira. A obra traz desenhos das casas indígenas como tecnologia.


Formado em 1976 pela Universidade Católica de Santos (FAUS), José Afonso Portocarrero tem especialização em Planejamento Urbano pela Dortmund Universität, na Alemanha, em 1984; mestrado em História, pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em 2001; e doutorado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) em 2006

Você conhece a Coordenação das Nações Indígenas da Amazonia Brasileira - COIAB


Acompanhe as notícias sobre ações desenvolvidas pela Coordenação das Nações  Indígenas da Amazonia Brasileira - COIAB


http://www.coiab.com.br/site/

Aula Inaugural Aberta da Antropóloga Manuela Carneiro da Cunha - Imperdível !!!!!!



Aula Inaugural Aberta | Professora Manuela Carneiro da Cunha
Dia 20 de março de 2015, sexta-feira, às 17h

Professora Manuela Carneiro da Cunha

Salão Nobre da EAV Parque Lage


A aula inaugural marca o início das atividades do Programa de Formação Gratuita – Práticas Artísticas Contemporâneas. Com o título “Sobre a importância da Diversidade”, a professora Manuela Carneiro da Cunha apresentará o tema da Diversidade como um dos três elementos necessários à vida e falará da agrobiodiversidade e da contribuição das populações tradicionais.

Maria Manuela Ligeti Carneiro da Cunha é antropóloga. Professora titular aposentada da Universidade de São Paulo e da Universidade de Chicago e foi professora convidada do Collège de France. Autora de vários livros entre os quais “Negros, Estrangeiros” e “Cultura com Aspas e outros ensaios” e membro da Academia Brasileira de Ciências, Grã-Cruz da Ordem do Mérito Científico e oficial da Légion d´Honneur da França. Atualmente também é membro da Força Tarefa sobre Conhecimento indígena e local do Painel Intergovernamental da Biodiversidade (IPBES).
Fonte:http://www.eavparquelage.rj.gov.br/aula-inaugural-aberta/

Você pode ver alguns filmes que estão disponiveis no sítio web do Museu do Índio . Confira

Você pode ver alguns filmes que estão disponiveis no sítio web do Museu do Índio . Confira !!!!!

https://www.youtube.com/user/TheMuseu

Associação de mulheres Xinguanas, desenvolvendo trabalhos !!!!!

class=Colaboração: Coordenação Regional do Xingu

Com apenas seis anos de existência, a Associação Yamurikumã das Mulheres Xinguanas já tem história para contar. De aldeia em aldeia, essa força feminina vai reforçando o papel da mulher na sociedade indígena atual. 


Fonte: www.funai.gov.br

Conferência Nacional Indígena - 2015 - Participe !!!

Tome conhecimento do resultado final do edital para apoiar palnos de gestaão ambiental em Terras Indígenas

class=Confira aqui  resultado final do primeiro edital da ação que visa apoiar entidades na elaboração de Planos de Gestão Ambiental e Territorial Indígena (PGTAs) em Terras Indígenas, localizadas total ou parcialmente nos biomas Caatinga e Cerrado, conforme limites definidos pelo IBGE/MMA.


Fonte Funai

quinta-feira, 19 de março de 2015

Evento no Museu do Índio em março e abril !!!!!!

“Aldeias de Histórias” é uma serie de atividades culturais e educativas a serem realizadas no Museu do Índio-FUNAI.

 O projeto realizará 67 intervenções artísticas que apresentam estórias e  costumes dos Guarani para estudantes de escolas agendadas e visitantes do Museu do Índio.

 Representantes das aldeias localizadas no estado do Rio de Janeiro serão convidados para encontros promovidos a fim de fomentar a troca de saberes e a valorização das tradições indígenas. Podem participar estudantes pertencentes da educação infantil  ao ensino fundamental. As apresentações serão lúdicas e interativas buscando mesclar elementos cênicos com conteúdo histórico, para melhor assimilação das informações e fruição das sessões de  contação de histórias. 
Serão realizados no total 50  apresentações de contação para público escolar, 17 intervenções para público aberto durante os finais de semana e cinco encontros com representantes das comunidades Guarani. 


Apresentações mês de Março 2015 no Museu do Índio
Domingo
Segunda
     Terça
Quarta
Quinta
    Sexta
Sábado





















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24  Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza




25 Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h Tatiana


26 Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h -Clara



27 Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h-Eliza


28 Livre




29 Livre



30
31 Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h –  Clara













 Apresentações - Abril 2015
Domingo
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
Sabado











1
Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza




2
 Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Clara



3  
Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Clara



4
Estreia para Público 15:30
Eliza, Tatiana e Clara



Apresentação
15:30 com:
Eliza e Clara


6



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Tatiana



9
Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Tatiana



10
Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Tatiana



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Apresentação
15:30 com:
Tatiana



12
Apresentação
15:30 com:
Tatiana

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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h –  Clara



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Clara



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Clara



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Clara



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Apresentação
15:30 com:
Tatiana e
Representante Guarani



19
Apresentação
15:30 com:
Tatiana e Representante Guarani

To

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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza



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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza




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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza




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Atividade no Museu para publico espontâneo
10h e 15h – Eliza




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Apresentação
15:30 com:
Eliza e Tatiana